sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O fanfarrão, o guerreiro ou o cavaleiro das trevas: Quem ganhara como game do ano j

Quem ganharia essa disputa em um game? Nathan Drake, o caçador de tesouros moderno, que consegue ser engraçado até nas piores situações, tem todas as mulheres do jogo ao seus pés e faz seu trabalho muito bem.

O guerreiro Dovahkiin que pode ser um mago, um ladrão ou um pouco de cada, ou  um grande alquimista ou ferreiro, que luta contra dragões e outros seres barbaros.Ou o cavaleiro das trevas que apesar de ser um super heroi, não tem nenhuma habilidade especial, apenas habilidades mentais e fisicas, alem de equipametos super modernos, o que o torna um super humano, muito dificil escolher, imagina escolher qual o melhor jogo do ano então com todos sendo jogos imperdiveis, nota 10 para todos.Começando com Nathan Drake e seu arrebatador "Uncharted 3: Drake's Deception" parecia impossível, mas a Naughty Dog conseguiu mais uma vez fazer com que todos os limites conhecidos do PS3 fossem superados. Tudo em “Uncharted 3” é muito, muito bonito, cheio de detalhes e bem orgânico. Muitos dos “enfeites” dos cenários como cestas de frutas, tapeçarias e armaduras estão ali para transformar o ambiente mais natural.

A variedade de cenários também é bastante interessante, como um bar em Londres, um castelo na Síria, as ruas estreitas da Colômbia... lugares fantásticos que literalmente fazem o jogador viajar e conhecer novas culturas.

A história do jogo é muito emocionante e passa por diversos pontos como a lealdade de seus amigos, a ligação de Drake com Sullivan e a vilã do jogo, Marlowe. Sem estragar a história, dá para dizer que todos os amigos do protagonista aparecem e têm um motivo para ajudá-lo na aventura, sem forçar a barra. O game dá ainda a chance de conhecer os primeiros passos de Drake como caçador de tesouros - e isso é só a ponta do iceberg. O importante é que você saiba que “Uncharted 3” é um dos games mais emocionantes, não só pela porção interativa, mas também pelas cenas de corte que regem o jogo como uma orquestra muito bem afinada.
“Uncharted 3” não deixa o jogador parar para respirar um minuto sequer. Quando não é uma cena de combate incessante é uma fuga ou perseguição que toma conta da tela. O jogador sente que está em um filme de John Woo ou  outro diretor de cinema que teima em colocar uma cena de tensão mesmo nas partes mais tranquilas, como a resolução de um puzzle em uma caverna tomada por aranhas assassinas.

Já "The Elder Scrolls V: Skyrim" é um sucessor digno de "Oblivion". Mais ainda, é o melhor RPG da Bethesda, com uma qualidade técnica que o coloca muito acima dos jogos anteriores da produtora. Seu mundo fantástico e as centenas de masmorras, criaturas e segredos que o preenchem fazem de "Skyrim" um verdadeiro parque de diversões para os apreciadores de aventuras de espada e magia.
Skyrim é a região mais ao norte de Tamriel, cenário da série de RPG "Elder Scrolls". É uma região montanhosa, com florestas, desfiladeiros e picos nevados. É o lar dos Nords, guerreiros que lembram os nossos vikings, mas também é habitado pelos remanescentes do Império e uma infinidade de outras raças e criaturas.
É aqui, nessa paisagem que lembra a Winterfell e as terras "para lá da Muralha" de "Guerra dos Tronos", que você se aventura como Dovahkiin, um Dragonborn anunciado nas antigas profecias, capaz de usar o poder dos dragões para deter Alduim, monstro conhecido como "devorador de mundos".
A mitologia e a história de Skyrim são uma presença constante no jogo, mas de forma sutil: taverneiros podem contar como um herói do passado se hospedou em sua estalagem, livros apresentam as lendas e sagas do passado e os bardos sempre estão dispostos para cantar as epopéias dos guerreiros de antigamente. Assim como em "Senhor dos Anéis", você vê que muita coisa aconteceu nesse lugar, com runas nas paredes das masmorras e altares esquecidos pelo tempo no meio de cavernas sombrias.Seguir pela campanha principal de "Skyrim" garante uma longa jornada, mas o mundo de "Elder Scrolls V" pede uma abordagem mais demorada para ser apreciado em sua plenitude. Você não precisa se filiar aos magos, à Dark Brotherhood ou aos guerreiros livres conhecidos como Companions para terminar o jogo, mas são missões secundárias tão envolventes quanto a busca por Alduim.



Porem "Batman: Arkham City" chegou com a dificílima missão de honrar - e tentar superar - o legado de "Arkham Asylum", considerado por muitos como o melhor jogo de super-heróis já feito, e consegue isso com talento e dedicação exemplares.
A trama é envolvente e pontuada por reviravoltas, recheada de personagens e referências ao universo do Morcegão, os controles afiados acertam em cheio nas variadas bugigangas e um eficiente e divertido sistema de planar pela cidade e ainda há conteúdo de sobra para curtir depois de terminar a campanha principal. "Arkham Asylum" pode ficar tranquilo: seu irmão mais novo é o novo rei do pedaço.Em 2009 a Warner e a pouco conhecida produtora Rocksteady surpreenderam todos com "Batman: Arkham Asylum", game de ação que fez jus à fama do herói, apresentando combates divertidos, gráficos de ponta, uma ótima história e sistema de exploração ao estilo "Metroid".
A sequência chega dois anos depois com a promessa de expandir o game original em todos os quesitos. Desta vez, o cenário é Arkham City, um pedaço da fictícia cidade de Gotham que foi cercado e transformado em presídio. O plantel de vilões e aliados também engordou, com aparições do Pinguim, Duas Caras, Mulher-Gato e até o garoto Robin.

MAS QUAL SERA O VENCEDOR?

Podemos colocar Batman como favorito pois seu game alem de ser perfeito nunca venceu este evento, coisa que ja aconteceu com seus adversários, mas pode apostar que todos estão como se fosse um campeonato por pontos corridos e só vai ser decidido na ultima rodada, mas quem perder  pode ficar sussegado pois ja tem vaga assegurada para a LIBERTADORES, e nessa disputa em que todos estão empatados Batman tem um numero maior de vitórias.

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