Nesta semana um dos nomes mais comentados no futebol brasileiro não foi Neymar, Pelé ou Ronaldinho Gaúcho. Mesmo afastado do Palmeiras, Kléber atraiu atenção e o TEC traz hoje uma crônica sobre este complexo jogador. Por Fernando Surur
Poucos jogadores dentro do futebol atual no Brasil conseguem reunir em tão pouco tempo um sentimento de amor e ódio como Kléber, o Gladiador. Com declarações de afeto e um sentimento temporário de paixão a primeira vista a cada clube em que passa, vai de ídolo a vilão na rapidez de um estalar de dedos. O último capitulo desta novela pode ser presenciado na polêmica entre o atacante e seu ainda atual clube, o Palmeiras, detentor de 50% dos direitos federativos do atleta.
A briga com o técnico Luiz Felipe Scolari, proveniente da agressão por parte de torcedores organizados ao meia João Victor (nos bastidores do clube acusado de ter iniciado o confronto ao lado de um amigo e um parente) foi o estopim para o mais do que anunciado fim do casamento entre Kléber e Palmeiras. Sem clima, o atacante e seu empresário estão com uma boa proposta do Grêmio em mãos. Os valores, acima de R$ 4 milhões de reais, além de luvas e um salário atrativo encheram os olhos de ambos. Clubes como Flamengo, Fluminense e Vasco também teriam interesse no atleta.
A briga com o técnico Luiz Felipe Scolari, proveniente da agressão por parte de torcedores organizados ao meia João Victor (nos bastidores do clube acusado de ter iniciado o confronto ao lado de um amigo e um parente) foi o estopim para o mais do que anunciado fim do casamento entre Kléber e Palmeiras. Sem clima, o atacante e seu empresário estão com uma boa proposta do Grêmio em mãos. Os valores, acima de R$ 4 milhões de reais, além de luvas e um salário atrativo encheram os olhos de ambos. Clubes como Flamengo, Fluminense e Vasco também teriam interesse no atleta.
Contudo, a relação amor e oídio descrita no início desta coluna, volta à tona com um possível interesse do Gladiador em atuar pelo maior rival do Palmeiras, o Corinthians. Segundo o Diário Lance! em sua edição nesta sexta-feira, Kléber demora para dar uma resposta aos gaúchos devido ao interesse em atuar pelo arqui-rival da equipe de Palestra Itália em 2012. O fator causa ainda mais impacto em virtude da divulgação de uma ficha de sócio da Gaviões da Fiel, maior uniformizada do Corinthians, em agosto do próprio jogador, que teria sido integrante da torcida em 2001, ano, aliás, em que Kléber começava a dar os primeiros passos no futebol em outro rival do Palmeiras, desta vez o São Paulo.
Kléber é raçudo, brigador, aquele jogador que dá o sangue a cada jogo e que toda a torcida gostaria de ver. Contudo, a postura fora de campo e suas intermináveis atitudes antiéticas na maioria das vezes, aliado ao seu gênio explosivo, o colocam como um jogador que vai do céu ao inferno em questão de minutos. Ama todo clube que joga, faz juras de amor eterno, mas pisa em cima daquele que lhe estendeu a mão, com a agilidade de um mágico. Tivesse ele cabeça no lugar, seria ídolo por onde passasse.
Kléber é daquelas figuras no futebol que caminha com um trevo na mão, e torce para que a última folha seja do ‘bem me quer’ e não do ‘mal me quer’. No caso do Palmeiras, o estoque de trevos já acabou faz tempo. E com um desfecho bem longe do ‘bem me quer’. Os próximos capítulos desta novela, veremos em breve e com toda a cara de confusão, criticas e polêmicas no ar.







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